Hepatite mata 1,4 milhão por ano

Menino indiano posa com uma réplica inflável do vírus da hepatite, exposto como parte de um evento de conscientização em Mumbai, na Índia. O Dia Mundial da Pepatite é lembrado com eventos do tipo em 28 de julho (Foto: Punit Paranjpe/AFP) Hepatite mata 1,4 milhão por ano, mas pode ser combatida, diz OMS. Total de óbitos é quase o mesmo que o de vítimas mortas pela Aids. Mundo lembra o Dia Mundial contra a Hepatite nesta segunda-feira (28). A hepatite é uma doença que mata quase tanto quanto a Aids, com 1,4 milhão de mortos a cada ano, de acordo com vários especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Diagnóstico Precoce para HIV na Diocese de Duque de Caxias/RJ

A Pastoral da Aids se fez presente no aniversário da Diocese de Duque de Caxias, dia 12 de julho de 2014, em parceria com o Programa Municipal DST/Aids foram realizados 67 testes rápidos para HIV e aconteceu ação de informação e orientação da população.
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Pastoral da Aids e Plebiscito Popular Crato/CE

A PASTORAL DA AIDS DA DIOCESE DE CRATO PARTICIPOU NO ULTIMO DIA 12 DE JULHO DA 1º PLENÁRIA DA IGREJA E PASTORAIS SOCIAIS PELO PLEBISCITO POPULAR DA CONSTITUINTE, A PLENÁRIA ACONTECEU EM JUAZEIRO DO NORTE - CE, E CONTOU COM VARIAS PASTORAIS SOCIAIS E A MAIOR REPRESENTAÇÃO FOI DE AGENTES DA PASTORAL DA AIDS DE JUAZEIRO DO NORTE E CRATO E, A PLENÁRIA FOI COORDENADA PELO PADRE VILECI COORDENADOR DAS PASTORAIS SOCIAIS DA DIOCESE DE CRATO, O PLEBISCITO POPULAR ACONTECERÁ NO BRASIL DE 1 A 7 DE SETEMBRO DE 2014.
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Reunião da Equipe da Pastoral da Aids de Santos e Cubatão/SP


A Pastoral realizou sua reunião mensal com os agentes de Santos e Cubatão dia 19 de julho, na Casa Tia Inês das Pastorais Sociais, onde o principal item de pauta foi uma roda de conversa sobre a situação da epidemia, mais especificamente na Baixada Santista, para que os agentes se mantenham atualizados.
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Capacitação novos agentes Pastoral da Aids Manaus/AM

Aconteceu em junho capacitação para novos agentes da Pastoral da Aids no Regional Norte 1 Manaus/AM
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Menos de um terço da verba destina para o combate à Aids foi usado em 2014

Brasília – Em 2014, o Orçamento da União reservou pouco mais de R$ 1,208 bilhão para as ações relacionadas ao enfrentamento da Aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Mas, até o momento, apenas 29,6% do dinheiro foi efetivamente gasto, já considerando os restos a pagar de anos anteriores liberados em 2014. Do total disponível, a maior parte, cerca de 64,5%, está destinada à aquisição e distribuição de antirretrovirais e outros medicamentos destinados aos portadores da doença. Enquanto isso, as ações de prevenção, vigilância e controle do HIV/AIDS nos estados dispõem de R$ 178 milhões, dos quais apenas R$ 33 milhões foram efetivamente pagos até o momento. Vale lembrar que, como o ano ainda não acabou, os números tendem a evoluir. Os dados foram levantados pela reportagem e pela organização não governamental Contas Abertas, a partir do portal de informações orçamentárias Siga Brasil, e tomam como base a data de ontem. 
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Os Vulneráveis continuam vulneráveis


O recente relatório da Unaids, a agência da ONU para a Aids, trazia uma boa e uma má notícia. A boa era que os casos de Aids reduziram 27,5% no mundo desde 2005. A má era que no Brasil haviam aumentado 11%, algo que alarmou uma sociedade que já via a epidemia distante e mais própria dos anos 1990 que de 2014. O Ministério da Saúde, em nota, atribuiu o incremento nas estatísticas a uma epidemia concentrada em grupos específicos, como transexuais, usuários de drogas, profissionais do sexo e gays e, ao mesmo tempo, argumenta que a testagem foi ampliada em 32% e que 353.000 pessoas estão em tratamento, o que poderia explicar o aumento de 11%. O infectologista Jean Gorinchteyn, do hospital Emílio Ribas de São Paulo, acrescenta que desde setembro de 2013 a notificação de novos casos às autoridades se tornou obrigatória antes mesmo de que o infectado inicie o tratamento, tanto para a rede pública quanto para a privada. E essa parcela também está representada nessa taxa. Explicações e justificativas à parte, os dados da ONU evidenciam que a capacidade de conter a epidemia no Brasil está totalmente paralisada.
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